Zé: "Não... mesmo que ela me abandone, eu preciso ir até o fim. Ainda que já não seja por ela... que seja só pra ficar em paz comigo mesmo." (Gomes, O Pagador de Promessas)
Por que nós fazemos e cumprimos promessas? Este diólogo revela que nós geralmente cumprimos promessas por algumas razões individuais. Sempre existe um pouco de orgulho e egoísmo. Talvez não exista um puro cumprimento de uma promessa. Mesmo assim, isso faz bem para nossa confiança em nós mesmos. Também faz bons hábitos de aceitar responsibilidade, mesmo que seja com motivos não perfeitos.
Thursday, March 17, 2011
Friday, March 11, 2011
Week 9
Zé: Mas, padre, não foi Deus quem feztambém os burros?
Padre: Mas não à Sua semelhança. E não foi para salvá-los que mandou Seu Filho. Foi por nós, por você, por mim, pela Humanidade.
-Dias Gomes (O Pagador de Promessas)
Eu acho esta citação bem interessante. A lôgica do padre é muito convincente. Parece que Gomes queria pintar Zé-do-burro como personagem mais amado. Entretanto, não podia ser tão fácil e óbvio para os leitores, então ele pinta o padre como homem honrável, inteligente, e espiritual. Assim, quando lemos este diólogo entre o Zé e o padre, temos conflito porque amamos o Zé mas o padre está ganhando o argumento. Eu realmente sentia que o padre estivesse certo neste caso. Mas, sinto muito pelo Zé por ter carregado a cruz tantas milhas. Mas, se alguém queria se batizar em nossa igreja por motivo de tradição, jamais deixaríamos.
Padre: Mas não à Sua semelhança. E não foi para salvá-los que mandou Seu Filho. Foi por nós, por você, por mim, pela Humanidade.
-Dias Gomes (O Pagador de Promessas)
Eu acho esta citação bem interessante. A lôgica do padre é muito convincente. Parece que Gomes queria pintar Zé-do-burro como personagem mais amado. Entretanto, não podia ser tão fácil e óbvio para os leitores, então ele pinta o padre como homem honrável, inteligente, e espiritual. Assim, quando lemos este diólogo entre o Zé e o padre, temos conflito porque amamos o Zé mas o padre está ganhando o argumento. Eu realmente sentia que o padre estivesse certo neste caso. Mas, sinto muito pelo Zé por ter carregado a cruz tantas milhas. Mas, se alguém queria se batizar em nossa igreja por motivo de tradição, jamais deixaríamos.
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